3 de fevereiro de 2014

De Volta ao Centro



Olá, queridas!!!

Fiquei pouco mais de um ano sem publicar nenhuma postagem.
Senti saudade.
Muitas coisas aconteceram nesse período de ausência, mas o mais importante permaneceu: Deus em minha vida.
E, justamente por Ele, estou de volta ao blog.
Gostaria de compartilhar com vocês o motivo pelo qual eu não "tinha mais tempo" para escrever.
Criei uma conta no Instagram para publicar diariamente minha mudança de hábitos alimentares e, consequentemente, a mudança do meu corpo.
Comecei numa boa, mas após alguns meses houve uma inversão e, de administradora passei a ser administrada pelo Instagram.
Cada tempinho que eu tinha corria para o telefone para publicar algo ou ver quem/quantas pessoas haviam curtido minhas fotos.
Já havia passado por isso, há 2 anos com o Facebook e achei que estivesse "vacinada" contra redes sociais. Ledo engano.
Vejam bem, estou falando de mim e não estou criticando as redes sociais. Sei que existem pessoas que conseguem administrar o acesso, mas eu não consegui.
Meu tempo de oração para Deus foi ficando cada vez menor e o tempo de qualidade que sempre dediquei aos meus filhos foi comprometido.
Postava quase todas as minhas refeições, receitinhas, atividades físicas... Mais uma vez, minha vida estava sendo exposta para quem quisesse ver.
Achava normal e até comemorei quando alcancei 3.000 seguidores.
Felizmente, o amor de Deus por mim e Seu propósito na minha vida me abriram os olhos mais uma vez.
O Espírito Santo começou a me incomodar com frequência e passei a não ter mais o "prazer" que tinha quando publicava algo.
Tomei a decisão de cancelar, definitivamente, minha conta quando meu pastor, em uma pregação, foi instrumento de Deus em minha vida dizendo: "Não devemos perder tempo com aquilo que nos afasta do centro."
Uau! Foi tremendo! Era o que eu precisa!
Naquele momento, as vendas cairam dos meus olhos marejados de lágrimas. Chorei. Chorei de alegria por, mais uma vez, Deus ter agido em meu favor.
Assim que cheguei em casa, cancelei definitivamente minha conta. Alívio descreve o que senti.
Compartilhei com vocês, queridas, pois devemos nos livrar daquilo que nos afasta de Deus.
Devemos nos afastar de tudo aquilo que nos tira do centro.
Sutilmente, o prazer de ter minhas fotos visualizadas por milhares de pessoas foi tomando conta de mim. O inimigo percebeu que ali foi aberta uma brecha e foi lançando setas.
Porém, em nome de Jesus, Satanás foi derrotado e clamei ao Senhor por santidade.
Somos falhas, queridas, somos frágeis. Mas, o Senhor nos blinda com seu amor e não permite que vivamos na cegueira por muito tempo.
Estou de volta ao blog e isso alegra, tremendamente, meu coração.
Pedi perdão ao Pai e sei que fui perdoada. Muito maior é o amor que Ele sente por mim e sua graça e misericórida se renovam a cada manhã.
Continuo cuidando da minha alimentação e do meu corpo, mas de agora em diante, apenas para eu ver (e meu esposo! rsrs...).

No meu caso foram as redes sociais que me fizeram desfocar dos meus objetivos. Vocês já passaram por algo semelhante??? Vamos compartilhar experiências e crescermos cada vez mais.

Que tenhamos um 2014 repleto das bençãos e da presença do nosso Pai celestial.

Estava com muita saudade!
Até a próxima reflexão!

17 de dezembro de 2012

Diário de Oração para 2013


Queridas, bom dia!
 
Que a graça e a paz do Senhor esteja com cada uma de vocês!
Como de costume, faremos nosso diário de oração para o novo ano que se aproxima.
Escreva no espaço do comentário quais são suas metas para 2013 e vamos orar umas pelas outras.
 
"Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles." (Mateus 18:18-20)
 
Lembrem-se: O sobrenatural para nós é o natural para Deus.
 
Desejo que Deus alcance cada meta estabelecida aqui e dê a cada uma de nós a sabedoria para esperar que o tempo Dele se cumpra em nossas vidas.
Desejo ainda que as bênçãos do Senhor alcancem cada membro da sua família e que o amor de Deus inunde todos os corações. Em nome de Jesus, Amém!
 
Até a próxima reflexão!
 
Beijos!

22 de outubro de 2012

O que Deus promete, Ele cumpre.


Olá, queridas!

Após uma longa ausência, estou de volta. Que saudades!
Que a graça e a paz do Senhor Jesus esteja com cada uma de vocês.
Estava pensando sobre o que escrever. Então, Deus falou ao meu coração que poderia ser útil à outras mulheres únicas contar um pouco do meu testemunho e de como Deus tem agido em minha vida.
Tenho participado de inúmeros cursos vinculados à igreja na qual minha família e eu congregamos. Durante esses cursos, Deus tem colocado pessoas com dúvidas e inseguranças semelhantes às quais já senti.
Entretanto, devido ao imenso e incondicional amor de Deus por mim, consegui superá-las.
Penso que seria interessante tratarmos desses assuntos.
Dessa forma, começaremos falando sobre um questionamento feito por várias mulheres que conheço e que um dia eu também fiz: "Trabalhar fora de casa ou investir tempo integral em minha família?"
Gostaria de esclarecer que não se trata de um texto machista e nem de defesa aos direitos, apenas trataremos de um assunto polêmico e que, nem sempre, envolve questões financeiras.
Sou formada em Direito, fiz especialização e inúmeros cursos para ampliar meus conhecimentos jurídicos. Trabalhei em diversas áreas até me firmar na área jurídica, na qual atuei durante alguns anos.
Meu primeiro filho, Guilherme, nasceu em 2001. Quando ele tinha pouco menos de 18 meses, retomei minha jornada laboral fora de casa. Porém, após 11 meses trabalhando fora, não suportei mais deixar meu bebê sozinho e pedi demissão. Matriculei-me em um renomado curso preparatório para concursos e comecei a estudar.
Acho admirável a mãe que supera as dificuldades de deixar um filho e consegue dedicar-se aos estudos. Eu, porém, não consegui.
Eu ainda não tinha entendido qual era o propósito de Deus para minha vida e me frustrei por não ter tempo livre para dedicar-me aos estudos.
Juntamente com a frustração comecei a me cobrar por não trabalhar fora. Afinal de contas, estudei tanto pra ficar dentro de casa? E o dinheiro? E se algo faltar? Não poderia jamais "depender" do meu marido, pois eu tinha que ser independente financeiramente!
Passaram-se alguns meses e decidi que seria interessante abrir algum negócio próximo de casa. Eu poderia trabalhar e estaria perto da minha família.
Surgiu, então, a ideia de uma confeitaria. Eu já preparava algumas coisas em casa e poderia ser interessante ganhar dinheiro fazendo o que gostava.
Temos um imóvel comercial em frente nossa casa, o qual, naquele período, estava desocupado. Era tudo o que eu precisava!
Em julho de 2004, juntamente com uma sócia, inauguramos a "Confeitar". Tínhamos vários clientes, mas quase nunca conseguíamos retirar algum dinheiro para nossas despesas pessoais.
Estava desanimada e bastante cansada, pois trabalhava o dia todo.
Quase não tinha tempo para meu pequeno Guilherme e o pouco lucro que tínhamos na confeitaria, usávamos para pagar as contas que assumimos para abrir nosso comércio.
Nesse período meu esposo, nosso filho e eu fomos morar com meus sogros para tentarmos construir nossa casa e nos livrarmos do aluguel. Ficamos com eles durante quase 3 anos. Foram tempos de grande mudanças e de reconstrução de quem eu era.
Naquela época nem eu e nem meu esposo éramos convertidos. Eu era "simpatizante" e ele era o típico anti-crente.
Eu já tinha ido algumas vezes na igreja, mas não queria assumir nenhum compromisso com Deus. Estava tão atarefada com minhas frustrações que não conseguia enxergar o que Deus queria de mim.
Certa noite estava cansada de tudo e decidi que poderia me fazer bem ir à igreja chorar. Era o que acontecia todas as vezes que eu ia.
Naquela noite algo diferente aconteceu. Chorei muito como de costume, mas ao final do culto o pastor fez o apelo para aqueles que estivessem cansados e tristes. Finalmente, naquela noite, aceitei completamente Jesus como meu Senhor e Salvador! Aleluias!!!!
Passei a ir à igreja regularmente e comecei a desfrutar de uma sensação inexplicavelmente maravilhosa!
Fui sendo transformada dia após dia. Passei a me sentir mais feliz e tinha sede de Deus.
Eu estava bem, mas ainda faltava algo. Desejava que meu esposo compartilhasse comigo as maravilhas de Deus. Comecei a orar pela conversão dele e foi quando Deus começou a agir.
Em meados de 2005, uma amiga me telefonou convidando meu marido e eu para fazermos um curso que seria ministrado na casa dela, a qual ficava muito perto da nossa casa.
O curso era o "Casados para Sempre". Fiquei ansiosa para fazer, mas ainda teria que convencer meu marido de que poderia ser interessante. Para minha grande surpresa, ainda que receosamente, ele aceitou.
Começamos o curso  e a cada semana que passava meu marido demonstrava mais interesse pela Bíblia. Ele era extremamente crítico e fazia inúmeras perguntas, como quem buscasse explicações para tudo o que acontecia no mundo. Por diversas vezes ele disse que não se converteria, pois não queria abandonar alguns hábitos que tinha. Ele ainda não conhecia a forma como Deus agia.
Enfim, numa tarde de domingo ele disse que queria ir comigo e nosso filho à igreja. Não consigo descrever o que senti. Foi uma manhã inesquecível.
Ele assistiu o culto inteiro calado e ao final, no momento do apelo, ele ergueu a mão aceitando Jesus de todo coração.
Posso dizer a vocês que foi um dos dias mais felizes da minha vida! Abraçamos-nos e choramos juntos como nunca antes tinha acontecido. Todo o nosso grupo do curso estava presente e foi impossível conter a emoção daquele momento.
Na manhã seguinte ainda estávamos em êxtase. E à noite fomos para a 7.ª lição do nosso curso.
Algumas semanas depois concluímos o curso e nosso testemunho foi emocionante. Mais uma vez, choramos juntos.
Estava indo tudo muito bem, mas ainda faltava algo. Comecei a sentir vontade de fechar a confeitaria. Fui instruída a orar para saber qual era a vontade do Senhor.
Tive a confirmação do Senhor de que deveria fechar as portas e assim foi feito.
Fiquei alguns dias curtindo meu descanso do trabalho, mas em pouco tempo comecei a me cobrar de novo. Comprava o jornal todos os domingos pra ver o caderno de emprego.
Certo domingo vi que um Cartório Extrajudicial da região faria um processo seletivo para graduados em Direito. Fiquei animada e comecei a me preparar para a prova. Cada tempinho que tinha, estudava. Fiz a prova e fui aprovada. Adaptei a rotina do meu pequeno Guilherme, agora com quase 5 anos de idade, e comecei a trabalhar novamente.
Em dezembro desse mesmo ano nos mudamos para nossa casa e, mais uma vez, fomos tomados por uma grande alegria. Era a nossa casa! Fizemos um culto em ação de graças e louvamos a Deus pela nossa nova vida.
Estava feliz e tudo parecia ir bem. Mas, sentia um aperto no peito a cada manhã que eu saía pra trabalhar. Chegava cansada no final do dia e ainda tinha que dar atenção ao meu filho e ao meu esposo.
Nesse período passaram diversas auxiliares por nossa casa. Eu me apegava a cada uma que se apresentava na esperança de ter encontrado a pessoa certa para trabalhar em minha casa e cuidar do meu anjo.
Passaram-se quase 3 anos e começamos a planejar uma nova gravidez. Nosso Gui já estava com 7 anos e pedia por um(a) irmãozinho(a). Em julho de 2007 engravidei e, em abril  de 2008, nasceu nossa pequena Ana Beatriz.
Trabalhei durante toda a gestação e planejamos como seria a licença-maternidade, inclusive qual creche a bebê ficaria quando acabasse minha licença. Parecia tudo estar se encaixando, mas sentia um nó na garganta cada vez que pensava em ter que deixar meus filhos novamente.
Telefonei para inúmeras pessoas e falava do que sentia. Escutava de tudo. "Você ficará bem!", "Eles superarão isso, são crianças!", "O tempo passa e você se acostuma.".
Eu não queria aceitar o fato de que não queria voltar ao trabalho.
Mesmo sofrendo, voltei ao trabalho.
Eu não sabia qu o primeiro dia da minha volta seria o último. Como?!
Na manhã da volta ao trabalho, meu marido deixou Guilherme na escola e eu fui levar Ana Beatriz para a creche.
Cheguei no Cartório com um grande sorriso, o qual mascarava minha grande tristeza por ter deixado minha família. Sim, era isso que eu sentia, que eu os havia deixado.
Voltei para casa na hora do almoço, mas antes passei na creche para pegar Ana Beatriz. Ela ficaria na creche de manhã e à tarde ficaria em casa com nossa secretária do lar.
Ao chegar em casa fui tomada por uma forte sensação de que tinha que tomar uma decisão e que não podia mais esperar. Telefonei para minha cunhada afim de escutar o que eu mais precisava naquele momento. Ela me falou: "Faça o que estiver no seu coração. Você orou e colocou sua vida diante do Senhor. Se você não está em paz, então o que está acontecendo não é de Deus."
E assim eu fiz. Imediatamente fui para o Cartório e comuniquei ao meu chefe que eu não voltaria mais ao trabalho. Eles tentaram fazer com que eu mudasse de ideia oferecendo algumas vantagens quanto ao horário, porém eu estava decidida a não mais voltar.
Não cumpri o aviso prévio e fizemos um acordo trabalhista. Eles foram justos, pois eu também havia feito a minha parte durante os anos que trabalhei lá.
Na manhã seguinte desfrutei de uma sensação prazerosa que nunca antes havia sentido. Eu estava em casa com minha família e a paz tomou conta do meu coração. Uma paz profunda e plena. Uma paz, até então, desconhecida por mim.
Durante todo o período da licença maternidade orei para que o Senhor falasse comigo sobre o que eu deveria fazer. Mas, eu estava tão confusa por causa das cobranças que fazia a mim mesma que não conseguia enxergar o que estava sob os meus olhos desde que engravidei do nosso primeiro filho, há quase 8 anos.
O Senhor tinha um grande propósito em minha vida: ser mãe em tempo integral.
Deus é um pai como nenhum outro. É um pai que conhece o mais profundo do nosso coração. Ele cria situações às quais nós temos oportunidade de escolher qual caminho tomarmos. E quando nos colocamos sob a destra de Deus, Ele é poderoso para mudar qualquer situação. Eu estava confusa, mas Deus tinha a certeza sobre minha vida. Apeguei-me nessa certeza e, mais uma vez, entreguei minha vida ao Senhor. 
Queridas, o que quero lhes mostrar é que os planos de Deus não podem ser frustrados. Quando Deus estabelece um propósito para nossas vidas, Ele irá cumprir. Muitas vezes não conseguimos parar para escutar a voz do Senhor. Por isso é tão importante desfrutarmos de intimidade com o Pai. Intimidade esta obtida por meio de oração e adorasção. Quando oramos podemos receber respostas de coisas que nos afligem e roubam nossa paz. Quando oramos nos aproximamos de Deus ao ponto de nos colocarmos sobre os Seus braços.
Comecei a desejar essa intimidade no momento que, verdadeira e profundamente, pedi a Deus que tomasse a guia da minha vida. Sozinha eu não conseguia mais.
Costumo dizer que tenho um grande ministério nas mãos e, talvez, o mais importante de todos: SER MÃE, ESPOSA e SERVA!
É incrível o que acontece quando nos colocamos sob os cuidados do Senhor. Desde o dia que tomei a melhor decisão de minha vida, a de me entregar a Deus, Ele tem cuidado de tudo, inclusive dos detalhes da minha existência. Ele tem honrado até mesmo meus caprichos. É assim que Deus é, querida, um pai completo. Um pai que mostra. Um pai que cuida. Um pai como nenhum outro.
Hoje, posso dizer a vocês, com toda certeza que há em meu coração, que sou feliz e realizada.
Jamais pensei poder dizer isso antes de concluir todas as etapas profissionais que eu havia determinado pra mim.
Porém, Deus determinou antes de mim que eu seria completa estando dentro da minha casa ao lado do meu marido e dos meus filhos. Demorei 8 anos para alcançar isso, mas Deus esteve ao meu lado moldando meu caráter todos esses anos.
Amo minha família. Amo minha vida. Sou feliz!
Louvado seja o Senhor!
Que Deus abençoe cada uma de vocês e que, da mesma forma que Papai fez comigo, desejo que você possa conhecer os planos de Deus para sua vida.
Até a próxima reflexão!
Beijos

31 de janeiro de 2012

Dicas Preciosas II

Olá, querida!
Que a graça e a paz do nosso Pai esteja com cada uma de vocês.
Hoje trago para vocês, queridas do Senhor, mais algumas dicas preciosas.
Se você já é mãe não deixe de assistir o filme Corajosos.
Nunca tinha assistido nada que tocasse meu coração tão profundamente.
Esteja preparada para chorar muuuuito. E também, esteja preparada para uma grande mudança em seu relacionamento familiar.
Ainda não está disponível para venda ou locação, mas é possível assistir online e gratuitamente.
Para aquelas que apreciam uma boa leitura, recomendo o livro Castelo de Cartas, do Gary Chapman.
Conteúdo riquíssimo e que pode ajudar em diversos relacionamentos marido/esposa.
Fica a dica!
Que Deus abençoe e guarde cada uma de vocês.
Até a próxima reflexão!
Beijos

30 de dezembro de 2011

O que desejo para mim e para você!

Olá, queridas!!!

É tempo de parar.
Decrete alguns dias de paz. Pelo menos, até o fim dos seus dias.
Dê férias ao coração.
Relaxe os ombros e o rosto.
Aceite meia hora de silêncio.
Contemple uma flor e veja como é bela.
Deixe que sua voz interior grite.
Nosso complexo de onipotência cria a ilusão de que podemos funcionar sempre, sem descanso.
O resultado é trágico: estresse, o mal do século.
Pare um minuto.
Ore.
Olhe para o céu e sinta a presença de Deus.
Agradeça-O pelo ano que está indo e louve-O pelo novo ano.
Seja grato a tudo e a todos, afinal, você está aí.
Exercite-se na arte de ser feliz.
Seja muito, muito feliz durante todos os dias da sua vida.
FELIZ 2012!!!


 Um grande beijo e até a próxima reflexão!

27 de dezembro de 2011

Diário de Oração para 2012

Olá, queridas!

Que a graça e a paz do senhor esteja com vocês.
Passado o Natal, agora é a vez de concentrarmos nossas orações para o ano que está por vir: 2012!
E, como não poderia deixar de acontecer, vamos fazer nosso diário de orações para o ano novo?
Escreva quais bênçãos desejam alcançar em 2012 e vamos orar umas pelas outras.
"Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles."
(Mateus 18:20)
Amadas, vejam que Jesus não estipulou lugar, ele disse "onde estiverem". Dessa forma, amigas, vamos estar juntas em espírito e clamarmos umas pelas outras.
A oração tem poder!
Desejo a cada uma de vocês e a seus familiares, um Ano Novo repleto das bênçãos do Senhor e que cada instante da sua vida seja vivido para honra e glória do Senhor!
Desejo ainda que o Senhor possa realizar seus sonhos e estar com vocês todos os dias.
Agradeço a Deus pela vida de cada um(a) que por aqui passou durante este ano e antecipo-me em agradecer pela vida de cada um(a) que por aqui passar em 2012.
Vamos lá? O que você deseja para 2012??????

Beijo grande e até a próxima reflexão!

12 de novembro de 2011

Uma linda e emocionante história de família


Olá, queridas!
Fiquei emocionada ao ler o texto abaixo e trago para mim mais um ensinamento. Compartilho com TODAS vocês.
Leiam:

"Doutor Três Horas

Meninas com salão de estética e beleza marcados, rapazes nadando logo de manhã pra evitar o “stress”, a companhia responsável pela formatura e baile acertando os últimos detalhes no auditório da Universidade e no Salão Nobre.
Todos estavam ansiosos, preocupados, assustados, cheios de expectativas. Carros iam e vinham da portaria das faculdades.
O pessoal da decoração dava os últimos toques na arrumação da mesa do Corpo Docente, a empresa de som ligava cabos enormes em todos os pontos do auditório, a iluminação colocava as últimas lâmpadas que faltavam, a floricultura acertava os corredores por onde as moças e os rapazes iriam descer e o outro por onde iriam subir.
As camareiras davam os últimos retoques nas lindas togas de formatura, os fotógrafos montavam o estúdio móvel na porta do Salão Nobre, a cantina precavia-se com muitos salgadinhos e refrigerantes, enfim, tudo corria contra o tempo, contra o relógio.
Três da tarde. A cerimônia iria começar às 4h, impreterivelmente. O Prof. Dr. Astrogésilo Pessoa Couto, grande celebridade e Reitor da Universidade, não se dava ao luxo de começar um minuto atrasado. Dizia-se que acertava o seu relógio pelo Big-Ben de Londres, até que inventaram o tal “relógio atômico”, que ele fez questão de instalar no seu computador. Assim, acontecesse o que acontecesse, às 4 horas a cerimônia iria começar.
Muita gente rica chegando. O estacionamento da faculdade mais parecia um desfile de moda e revenda de automóveis importados: BMW, HONDA, DAEWOO, AUDI etc. Até FERRARI e JAGUAR apareceram!
Madames muito bem vestidas estavam presentes. Havia gente da TV, cujos filhos estariam se formando.
Mas tinha também um bom grupo de gente simples, humilde, lutadora, que também tinha filhos se formando ali. Seus trajes demonstravam que haviam alugado no “Black Tie” mais próximo do bairro. Não tinham familiaridade com a roupa, com os saltos, com as gravatas, com os colares. Até ficavam um tanto desconcertadas, pois queriam fazer bonito e não envergonhar os filhos.
Quatro horas. Como já dissemos, a empresa responsável pela cerimônia deu início ao evento.
Algo em torno de 700 pessoas presentes. Também, pudera: 89 formandos, 35 em Letras, 12 em Pedagogia, 30 em Direito e 12 em Engenharia de Informática. Uma grande festa. Lugares contados, reservados para duas ou três pessoas de cada formando, e o restante disputado palmo a palmo pelos presentes do lado de fora ou em pé nos arredores. Havia um telão para que todos acompanhassem do lado de fora.
Primeiramente, a entrada do Reitor. Palmas efusivas. Então a mesa diretora e, por fim, o corpo docente, palmas afetuosas.
Apresentação das funções de cada um e tudo o que, de praxe, se costuma fazer numa cerimônia de formatura e colação de grau.
Cantaram o Hino Nacional Brasileiro com o tradicional CD da Banda da Polícia Militar do Estado de São Paulo, gravação épica e universal para o Brasil.
As palavras do Paraninfo, do Patrono da Turma, enfim, tudo o que se costuma haver nessas páginas indeléveis na vida de quem se forma.
No momento da entrada, as torcidas no meio do auditório. Alguns estavam organizados, com línguas-de-sogra e cornetinhas (reprimidas pelo Reitor tão logo descobrira). Outros, mais discretos, levaram faixas, onde se lia: “SONINHA, VALEU O ESFORÇO – PARABÉNS, DOS SEUS PAIS QUE LHE AMAM”; “AÍ, MARCÃO, VALEU, SEU BABACA! SEUS AMIGOS”; “CARLINHOS, PARABÉNS! TE AMO! SUA NOIVA”. Cada um se emocionava do seu jeito. Umas garotas choravam. Outras coravam. Os rapazes erguiam as mãos como se fosse um gol do seu time. Outros faziam o “V” da vitória, e um a um foram chegando com suas togas bem alinhadas e majestosas.
Chegada a hora de passar a palavra ao orador das turmas (combinaram ter um só orador, pelo tempo despendido na cerimônia e pela proximidade do horário do baile, que se seguiria dentro de uma hora), o Julinho, ou melhor, Dr. Júlio Lacerda Loyola Anastácio (nome de advogado desde nascença), foi aclamado, quase levado nos braços dos formandos, que estavam do lado direito do auditório, que tinha formato de teatro.
Sua prédica havia sido impressa para todos acompanharem. Os formandos sugeriram o que o Julinho teria que falar. Estava tudo previamente combinado.
“Ilustríssimo Senhor Doutor Professor Astrogésilo Pessoa Couto, digníssimo Reitor de nossa egrégia Universidade, Senhor Professor Carlos Marques Lara, digníssimo pró-reitor da área de humanas, etc... etc...” Num outro trecho as tradicionais palavras: “Foram árduas as nossas batalhas: cansados do labor diurno, cá chegávamos, com fome, tanto do pão quanto do saber, e éramos fartos pelos nossos valorosos Mestres, que tudo davam de si... etc”.
Tudo ia muito bem. Até que Julinho se engasgou, ao dizer uma palavra que estava além do texto: “Agora, Senhor Reitor e senhores formandos, preciso dizer algo pessoal...” Os formandos gelaram.
- "Ele vai fazer besteira". - "Julinho, cala a boca, termina logo". - "Ih, cara, sujou. Ele vai embolar tudo". - "Sabia que no final ele iria melar".
Mesmo conhecendo a cara de desaprovação da turma, Julinho continuou, branco, pálido, engasgado, mas firme, dizendo: - “Senhor Reitor, Corpo Docente, Formandos, Familiares e Amigos: Preciso confessar algo, para fazer justiça e, ao mesmo tempo, reconhecer o que é certo. Todas as coisas aqui foram muito importantes: aulas, colegas, materiais didáticos, a seriedade de nossa secular instituição, tudo. Mas há algo que está faltando no meu texto, e não lerei o que vou dizer, porque o que tenho pra falar vem das letras escritas a ferro, dentro da minha alma. Devo este dia inesquecível e histórico às 3 da manhã de cada dia desses 5 anos.
- “Três da manhã?”, pensaram os formandos. “Esse cara bebeu. Ah, Julinho, para de enrolar e desce logo... Ah, se te pego na saída...”
- “Nunca desfrutei de amizade com o meu pai. Na verdade sempre o desprezei. Tanto é assim que ele não está aqui, entre os meus convidados, porque não pode se locomover e eu não fiz o menor esforço para trazê-lo. Aqui estão minha mãe e irmã, mas não meu pai. E ele é responsável pelas três da manhã. Durante 5 anos eu acordei várias vezes no meio da madrugada, e, não raras vezes, às 3h da manhã. Meu pai, que empregou quase todo o seu parco salário no meu curso, mesmo sendo por mim ignorado, entrava no meu quarto, com hercúleo esforço, às vezes caía, mas sempre levantava, e orava a Deus. Sim, ele me apresentava a Deus. Tenho marcas no meu cobertor que não foram feitas por doces ou refrescos que derrubei, nem pontas de cigarro que deixei acesas na minha cama. São as lágrimas do meu pai, que pedia a Deus para fazer-me feliz, fazer-me íntegro, para guardar-me de acidentes, para proteger-me de bandidos, para abrir o meu entendimento na compreensão das matérias, para abrir-me oportunidades de trabalho na área. Ele chorava, pedia, dizia a Deus para que tocasse no meu coração e fizesse de mim um homem e um cristão. Mas, Senhor Reitor, não foi isso o que mais me tocou. O que marcou a minha vida, e é a razão desta homenagem, era a frase com a qual ele sempre se emocionava e chorava copiosamente junto a mim. Ele dizia: ‘Deus, como eu amo ao meu filho, fruto de mim mesmo! Deus, como eu o admiro! Deus, como eu o quero bem! Deus, faça o que quiser comigo, mas abençoe o meu filho, porque, depois de Ti, ele é a razão do meu viver! E dá-me o privilégio de que um dia ele me ouça, que ele me ame também!’
Júlio chorava. O Reitor tossia, para disfarçar a emoção, os formandos estavam com a cabeça baixa, pois sabiam que o Júlio tinha feito a coisa certa e estavam envergonhados de terem desaprovado sua atitude no início.
O auditório se derretia. E, num ápice de dor e amor, Júlio gritou:
- “Meu pai, como eu queria te dizer EU TE AMO!”
De repente a porta do corredor central se abre subitamente, e uma cadeira de rodas entra, guiada por uma enfermeira, e o pai de Júlio entra, magrinho, cabelos grisalhos, rosto cansado, voz baixa, mas grita com toda a força do seu ser:
- “Eu sei que você me ama, filho! EU SEMPRE TE AMEI! Seja feliz, meu filho, seja feliz!!!”
Júlio quebra o protocolo e sai correndo da tribuna corredor adentro e vai abraçar o seu pai, chorando no seu ombro copiosa e demoradamente.
Todos, unanimemente, chorando e gritando “BRAVO! BRAVO!”, aplaudiam longamente a cena fantástica e novelesca que ora se fazia viver no mundo real! Foram 5 minutos, os cinco minutos mais importantes já vividos naquela universidade!
Chamado novamente à tribuna, recebeu o seu grau e diploma. Então gritou:
- “PAI, ISSO É POR VOCÊ! TE AMO!”
O pai sorriu, mas já não tinha forças para falar. No seu coração ele via galardoado todo o seu esforço, o salário minguado dedicado à faculdade do rapaz, e, principalmente, às três horas de toda madrugada. Ele estava feliz. Podia morrer tranqüilo. Mas, morrer, já? Ele não tinha planos para morrer agora, naquele instante. Queria desfrutar dessa alegria indizível.
Deus ainda lhe deu alguns anos, os melhores da vida dos dois, do Dr. Júlio e do seu pai, que se tornaram os melhores amigos. Aliás, Júlio ficou conhecido na comunidade acadêmica como “Doutor Três Horas”.
Honra a teu pai e à tua mãe, para que se prolonguem os teus dias, na terra que o Senhor teu Deus te dá.” (Ex. 20.12.) "

Que Deus dê aos leitores, que têm pais vivos, a oportunidade de fazê-lo em vida. Flores no túmulo murcham. Flores no coração desabrocham. Para sempre...

Até a próxima reflexão!
Beijos